sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

As grandes desinvenções da humanidade

Já pensou como o mundo seria melhor se algumas coisas simplismente deixassem de existir? Não, eu não quis dizer "nunca existissem", mas sim, se apenas deixassem de uma hora pra outra de existir, fossem desintegradas, desinventadas. Imagine o alívio de saber que algo que o incomoda demais repentinamente sumiu da face da terra e na sua memória fica apenas a impressão de ter se chateado muito com tal coisa, mas que, com sua "desinvenção" o mundo virou um lugar melhor. Não entendeu? Então veja alguns exemplos para clarear a mente

O saxofone

Não conheço uma música boa em que entre o saxofone. A trombeta curvada pra baixo do inferno foi inventada em 1840 pelo belga Antonie Joseph Sax e desde então tem exercido influência funesta em ritmos igualmente maçantes, principalmente o Jazz. Com sua desinvenção, os elevadores deixariam de ser pequenas salas de tortura e as pessoas assoviariam alegres músicas ou mesmo se socializariam, se entregando à conversa. Kenny G se dedicaria a instrumentos mais interessantes, como a bateria ou a sanfona.

Os advogados

Sem advogado não há justiça, certo? Pode ser, mas a vida é injusta de forma geral e nem assim desistimos de vivê-la. Em qualquer lugar do mundo eles são hostilizados e associados à perdas monetárias e burocracia. Você pode imaginar um mundo sem advogados? Pois os roteiristas dos Simpsons imaginaram



Os vírus de computador

O primeiro virus de PC, Brian, surgiu em 1986 e contaminava os computadores através de disquete. Desde então, qualquer agente externo pode infectar seu micro. Com o surgimento da internet, sua proliferação se ampliou dramaticamente. A cada versão nova de antivírus, surge um novo vírus que rompe sua barreira, fazendo assim com que um novo antídoto tenha que ser produzido. Com a desinvenção do Vírus, as pessoas poderão abrir um arquivo pelo e-mail sem medo, acessar suas contas bancárias ou mesmo assistir àqueles vídeos em que pessoas f*dem umas às outras, mas não seu micro. Só. Só isso.

O alfajor


Não gosto de alfajor e não vejo a graça desse treco, que não sabe se é bolo ou biscoito e além de tudo é argentino. Quando viajei pra Buenos Aires fui obrigado a trazer uma caixa de alfajores na minha bagagem, que ocupou espaço à beça só pra eu fazer uma social no Brasil. Alguns podem me dizer: "ué, se você não gosta de alfajor, simplismente não coma", mas a mainha antipatia pelo cover de pão de mel e meus consecutivos cruzamentos com ele só me fazem pedir sua desinvenção.

Mangá/anime


Enquanto trabalhador das artes visuais, eu não deveria ter preconceito contra nada na área, mas nada tenho contra o visual em si, apenas com o tipo de história vinculada aos mangás e animes. O enredo é complicado e, apesar de sem sentido, costuma ter tiradas bobas demais. Um anime popular, como Dragon Ball, pode conter elementos de filosofia, história oriental, religião e artes marciais... tudo misturado sem o menor sentido! A influência do mangá é tão nefasta, que criou aberrações como esta:
Leia uma história convencional da Turma da Mônica e leia a versão "jovem", com monstros e frescuras afins.

Outros

Novela, Vuvuzela, comédia romântica... não preciso comentar!

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