Dentre as produções de TV existem aquelas que são caríssimas e que precisam de megapatrocinadores para emplacar sem prejuízo. Isso aconteceu, por exemplo, com o Caldeirão do Huck nos primeiros anos e acontece com muitas novelas da Globo em horário nobre e com apresentadores renomados como Gugu e Faustão. Algumas redes de TV não se arriscam tanto e compram séries que já fizeram ou fazem sucesso como Friends ou Dexter, ou pacotes de filmes dos grandes estúdios.
O retorno na audiência é quase sempre muito caro. Uma das exceções é de uma série mexicana lançada na década de 70 e que chegou ao Brasil em 1984: Chaves. Ela é o super trunfo do SBT quando precisa de audiência em algum horário. Está no ar há mais de 25 anos com pequenas interrupções.
A série foi feita com orçamento baixo e um pequeno grupo de atores. Tais atores, embora limitados na interpretação, tinham personalidade e sabiam se aproveitar de seus respectivos tipos físicos para fazer graça. Com o tempo, alguns personagens acabaram fazendo mais sucesso que o próprio protagonista.
Origem
Segundo o criador, produtor e intérprete da série (Roberto Gómez Bolaños), no livro O Diário do Chaves (lançado em 2006), o garoto havia fugido de um orfanato do qual a mãe o havia deixado bem pequeno, já que lá não se sentia feliz. Foi então que encontrou uma "vila", e uma senhora sozinha, muito idosa, o abrigou no apartamento número 8, junto a ela. Mas logo ela faleceu e Chaves teve que ser despejado, passando a viver então dentro do Barril. Mas para todos, continuava dizendo que morava no apartamento 8. Somente com o lançamento desse livro foi revelado este "enigma" da série. (Fonte)
A história triste do menino abandonado adotado pela vila ganhou ainda mais charme quando foram adicionadas as histórias dos vizinhos: o desempregado que deve mais de um ano de aluguel e vive de bicos e pequenos golpes, mas só não é expulso por pena; A viúva que desfrutava de alguma posição social, mas que quer manter as aparências ou mesmo esquecer que mora onde mora e tem os vizinhos que tem; a solteirona solitária e amargurada que vive sendo discriminada pelas crianças, que a confundem com uma bruxa; o menino super mimado e criado somente pela mãe, e que tem os melhores brinquedos, mas justificada fama de antipático; a filha do desempregado, mais esperta das crianças e aprendiz das vigarices do pai; o professor apaixonado pela viúva, mas que foge do compromisso do casamento; o senhorio, rico e de bom coração que sempre é passado para trás e sempre se acidenta quando chega na vila.
Tais histórias mostram o que há de melhor e pior no ser humano. Aliás, essa é a palavra que define o seriado: humano! Não há vilões ou heróis na vila: apenas humanos lutando para sobreviver e conviver com as diferenças
A série começou a ruir quando os egos passaram a se inflar. Kiko passou a fazer mais sucesso que Chaves e Carlos Villagrán, intérprete do bochechudo, pediu mais espaço - e provavelmente dinheiro - Roberto Bolaños, criador e intérprete de Chaves, brigou com ele e Kiko saiu do show, levando Ramon Valdez, o Madruga, personagem de maior sucesso no Brasil. Kiko ganhou programa próprio, que não durou muito. Valdez ainda voltou para o elenco por mais um ano e saiu devido ao câncer de pulmão. Morreu pouco tempo depois, causando comoção nacional no México.
O elenco continuou apesar da forte baixa, tendo reforço do carteiro Jaiminho e do novo cenário do Bar da Florinda. Para muitos essa foi a época mais fraca da história da série, mas na minha humilde opinião, foi dessa fase que saiu uma das melhores piadas:
Roberto Gomes Bolaños continua a escrever para a TV mexicana, mas está com a saúde debilitada, os outros atores vivos do seriado mantém circos e ainda vivem muito da imagem de seus antigos personagens. O último episódio do Chaves foi ao ar no México em 1992, então como quadro do programa de Chesperito - apelido de Roberto Bolaños. Chesperito= o pequeno Shakespeare. A fórmula já estava desgastada. Bolaõs já não tinha mais agilidade para interpretar um garoto de 8 anos, assim como sua segunda mais conhecida criação, o anti-herói Chapolim Colorado. Apear de ser considerado um gênio, Bolaños não poderia superar a falta de seus principais coadjuvantes, além do pior dos inimigos de todo herói: o tempo.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
As grandes desinvenções da humanidade
Já pensou como o mundo seria melhor se algumas coisas simplismente deixassem de existir? Não, eu não quis dizer "nunca existissem", mas sim, se apenas deixassem de uma hora pra outra de existir, fossem desintegradas, desinventadas. Imagine o alívio de saber que algo que o incomoda demais repentinamente sumiu da face da terra e na sua memória fica apenas a impressão de ter se chateado muito com tal coisa, mas que, com sua "desinvenção" o mundo virou um lugar melhor. Não entendeu? Então veja alguns exemplos para clarear a mente
O saxofone

Não conheço uma música boa em que entre o saxofone. A trombeta curvada pra baixo do inferno foi inventada em 1840 pelo belga Antonie Joseph Sax e desde então tem exercido influência funesta em ritmos igualmente maçantes, principalmente o Jazz. Com sua desinvenção, os elevadores deixariam de ser pequenas salas de tortura e as pessoas assoviariam alegres músicas ou mesmo se socializariam, se entregando à conversa. Kenny G se dedicaria a instrumentos mais interessantes, como a bateria ou a sanfona.
Os advogados
Sem advogado não há justiça, certo? Pode ser, mas a vida é injusta de forma geral e nem assim desistimos de vivê-la. Em qualquer lugar do mundo eles são hostilizados e associados à perdas monetárias e burocracia. Você pode imaginar um mundo sem advogados? Pois os roteiristas dos Simpsons imaginaram
Os vírus de computador
O primeiro virus de PC, Brian, surgiu em 1986 e contaminava os computadores através de disquete. Desde então, qualquer agente externo pode infectar seu micro. Com o surgimento da internet, sua proliferação se ampliou dramaticamente. A cada versão nova de antivírus, surge um novo vírus que rompe sua barreira, fazendo assim com que um novo antídoto tenha que ser produzido. Com a desinvenção do Vírus, as pessoas poderão abrir um arquivo pelo e-mail sem medo, acessar suas contas bancárias ou mesmo assistir àqueles vídeos em que pessoas f*dem umas às outras, mas não seu micro. Só. Só isso.
O alfajor

Não gosto de alfajor e não vejo a graça desse treco, que não sabe se é bolo ou biscoito e além de tudo é argentino. Quando viajei pra Buenos Aires fui obrigado a trazer uma caixa de alfajores na minha bagagem, que ocupou espaço à beça só pra eu fazer uma social no Brasil. Alguns podem me dizer: "ué, se você não gosta de alfajor, simplismente não coma", mas a mainha antipatia pelo cover de pão de mel e meus consecutivos cruzamentos com ele só me fazem pedir sua desinvenção.
Mangá/anime
Enquanto trabalhador das artes visuais, eu não deveria ter preconceito contra nada na área, mas nada tenho contra o visual em si, apenas com o tipo de história vinculada aos mangás e animes. O enredo é complicado e, apesar de sem sentido, costuma ter tiradas bobas demais. Um anime popular, como Dragon Ball, pode conter elementos de filosofia, história oriental, religião e artes marciais... tudo misturado sem o menor sentido! A influência do mangá é tão nefasta, que criou aberrações como esta:
Leia uma história convencional da Turma da Mônica e leia a versão "jovem", com monstros e frescuras afins.
Outros
Novela, Vuvuzela, comédia romântica... não preciso comentar!
O saxofone

Não conheço uma música boa em que entre o saxofone. A trombeta curvada pra baixo do inferno foi inventada em 1840 pelo belga Antonie Joseph Sax e desde então tem exercido influência funesta em ritmos igualmente maçantes, principalmente o Jazz. Com sua desinvenção, os elevadores deixariam de ser pequenas salas de tortura e as pessoas assoviariam alegres músicas ou mesmo se socializariam, se entregando à conversa. Kenny G se dedicaria a instrumentos mais interessantes, como a bateria ou a sanfona.
Os advogados
Sem advogado não há justiça, certo? Pode ser, mas a vida é injusta de forma geral e nem assim desistimos de vivê-la. Em qualquer lugar do mundo eles são hostilizados e associados à perdas monetárias e burocracia. Você pode imaginar um mundo sem advogados? Pois os roteiristas dos Simpsons imaginaram
Os vírus de computador
O primeiro virus de PC, Brian, surgiu em 1986 e contaminava os computadores através de disquete. Desde então, qualquer agente externo pode infectar seu micro. Com o surgimento da internet, sua proliferação se ampliou dramaticamente. A cada versão nova de antivírus, surge um novo vírus que rompe sua barreira, fazendo assim com que um novo antídoto tenha que ser produzido. Com a desinvenção do Vírus, as pessoas poderão abrir um arquivo pelo e-mail sem medo, acessar suas contas bancárias ou mesmo assistir àqueles vídeos em que pessoas f*dem umas às outras, mas não seu micro. Só. Só isso.O alfajor

Não gosto de alfajor e não vejo a graça desse treco, que não sabe se é bolo ou biscoito e além de tudo é argentino. Quando viajei pra Buenos Aires fui obrigado a trazer uma caixa de alfajores na minha bagagem, que ocupou espaço à beça só pra eu fazer uma social no Brasil. Alguns podem me dizer: "ué, se você não gosta de alfajor, simplismente não coma", mas a mainha antipatia pelo cover de pão de mel e meus consecutivos cruzamentos com ele só me fazem pedir sua desinvenção.
Mangá/anime
Enquanto trabalhador das artes visuais, eu não deveria ter preconceito contra nada na área, mas nada tenho contra o visual em si, apenas com o tipo de história vinculada aos mangás e animes. O enredo é complicado e, apesar de sem sentido, costuma ter tiradas bobas demais. Um anime popular, como Dragon Ball, pode conter elementos de filosofia, história oriental, religião e artes marciais... tudo misturado sem o menor sentido! A influência do mangá é tão nefasta, que criou aberrações como esta:
Leia uma história convencional da Turma da Mônica e leia a versão "jovem", com monstros e frescuras afins.Outros
Novela, Vuvuzela, comédia romântica... não preciso comentar!
sábado, 27 de novembro de 2010
Herói da resistência: O último flipper de rua
Na esquina da Rua da Assembléia com a Rodrigo Silva, no centro do Rio de Janeiro, funcionava o último Fliperama de rua que vi aberto. Ponto de encontro de office boys, estagiários, estudantes ou simples passantes com tempo de sobra, o estabelecimento me causou um grande vazio quando fechou suas portas, lá pelo ano de 2007.

Não, eu não era frequentador do local. Passei lá umas três ou quatro vezes, mais por curiosidade que por vontade de jogar. Nunca gastei um centavo em créditos de suas Máquinas. De certo modo, o barulho incessante, a movimentação, o clima me lembravam da época em que eu frequentava, ou melhor, batia ponto em dois flippers: um na 28 de Setembro, em Vila Isabel, perto de casa e outro na São Francisco Xavier, Tijuca, perto de onde estudava (ou não)
Nos anos 80 haviam muitos fliperamas. Com o final da era do Atari e o início da era 8/16 bits, o jogo eletrônico virou mania pelas ruas. Assim como cinemas de rua concorriam entre si, os arcades, muitas vezes, baixavam o preço da ficha para ganhar a clientela de outro a menos de 50 metros de distância. Nessa época eu não me importava muito com os joguinhos.
Até que um dia, antes de ir à escola, resolvi dar uma volta e vi o game que mudaria minha maneira de ver jogos eletrônicos... esse!
Para mim, Street Fighter 2 parecia um desenho animado interativo. Com 8 personagens bem distintos e super carismáticos, aquela visão me fez perder o primeiro tempo de aula e muitos outros a partir de então. Ainda vou escrever um review completo sobre o game, portanto não vou me prolongar, mas o fato é que o velho SF2 virou parâmetro de bom jogo para mim e até hoje nenhum outro me causou o impacto emocional daquela primeira visão. Se bem que também teve esse...
Além dos gráficos incríveis para a época, devo dizer que ver esses demembramentos e explosões de cabeças era divertido demais. Mortal Kombat tinha um humor sádico inigualável, que foi mal explorado nas continuações. O jogo, apesar do bom enredo, não tinha uma jogabilidade muito boa, o que o fez entrar em decadência em alguns anos, não mais fazendo frente a Street fighter, Fatal Fury, Samurai Shodown e outros grandes jogos de luta
Haviam também jogos de luta "beat'em up", estilo que misturavam elementos de plataforma à luta tradicional. A Capcom foi pioneira e dominou ambos os gêneros. Meu beat'em up favorito na época era o Captain Commando, que misturava ninjas, múmias, bebês que controlavam robôs e um protagonista que parecia uma mistura de Robocop e Capitão América cheio de truques.
Havia vida fora dos jogos de luta. Eu passei a curtir jogos de corrida a partir de 1994, com o lançamento de Daytona USA. Até hoje acho a sensação de velocidade do jogo uma coisa incrível. A música tema pode grudar na orelha por horas (Daytonnaaaaaaaa Daytonnaaaaaaaa...). Taí um jogo que só deve ser jogado no arcade e que perde metade da graça quando jogado em casa...
Os jogos de tiro com visão superior também eram muito viciantes. Adrenalina garantida para o jogador, em especial quando a tela se enchia de tiros dos inimigos e rolava aquele "slowdown" salvador. Até hoje não sei se isso era forçado ou se apenas a memória da máquina era muito limitada para tantos elementos na tela. Nesse quesito destaco três grandes franquias: Thunder Dragon, com ótima dinâmica de jogo; Raiden, com bom design retrô e Aero Fighters com grande opção de aviões e tiros para se escolher.
Ainda posso citar muitos ótimos jogos que curti na ápoca do fliperama, como Cadillacs & Dinasaurs, Mutant Fighter, Tekken 3, 19xx, The king of Fighters 96 e Killer Instinct, mas um jogo em especial merece o selo de garantia Inmetro de jogo mais viciante que conheci: com gráficos toscos, enredo idiota e som irritante, eu vos apresento... Thunder & Lightning!!!
Bem, o flipper morreu, mas todos esses jogos podem ser revistos. Emuladores como o Mame, o Final Burn e o NeoRageX são o que mais próximo se pode conhecer daqueles velhos jogos que representam o retrato de uma época: a mais legal da minha vida!

Não, eu não era frequentador do local. Passei lá umas três ou quatro vezes, mais por curiosidade que por vontade de jogar. Nunca gastei um centavo em créditos de suas Máquinas. De certo modo, o barulho incessante, a movimentação, o clima me lembravam da época em que eu frequentava, ou melhor, batia ponto em dois flippers: um na 28 de Setembro, em Vila Isabel, perto de casa e outro na São Francisco Xavier, Tijuca, perto de onde estudava (ou não)
Até que um dia, antes de ir à escola, resolvi dar uma volta e vi o game que mudaria minha maneira de ver jogos eletrônicos... esse!
Para mim, Street Fighter 2 parecia um desenho animado interativo. Com 8 personagens bem distintos e super carismáticos, aquela visão me fez perder o primeiro tempo de aula e muitos outros a partir de então. Ainda vou escrever um review completo sobre o game, portanto não vou me prolongar, mas o fato é que o velho SF2 virou parâmetro de bom jogo para mim e até hoje nenhum outro me causou o impacto emocional daquela primeira visão. Se bem que também teve esse...
Além dos gráficos incríveis para a época, devo dizer que ver esses demembramentos e explosões de cabeças era divertido demais. Mortal Kombat tinha um humor sádico inigualável, que foi mal explorado nas continuações. O jogo, apesar do bom enredo, não tinha uma jogabilidade muito boa, o que o fez entrar em decadência em alguns anos, não mais fazendo frente a Street fighter, Fatal Fury, Samurai Shodown e outros grandes jogos de luta
Haviam também jogos de luta "beat'em up", estilo que misturavam elementos de plataforma à luta tradicional. A Capcom foi pioneira e dominou ambos os gêneros. Meu beat'em up favorito na época era o Captain Commando, que misturava ninjas, múmias, bebês que controlavam robôs e um protagonista que parecia uma mistura de Robocop e Capitão América cheio de truques.
Havia vida fora dos jogos de luta. Eu passei a curtir jogos de corrida a partir de 1994, com o lançamento de Daytona USA. Até hoje acho a sensação de velocidade do jogo uma coisa incrível. A música tema pode grudar na orelha por horas (Daytonnaaaaaaaa Daytonnaaaaaaaa...). Taí um jogo que só deve ser jogado no arcade e que perde metade da graça quando jogado em casa...
Os jogos de tiro com visão superior também eram muito viciantes. Adrenalina garantida para o jogador, em especial quando a tela se enchia de tiros dos inimigos e rolava aquele "slowdown" salvador. Até hoje não sei se isso era forçado ou se apenas a memória da máquina era muito limitada para tantos elementos na tela. Nesse quesito destaco três grandes franquias: Thunder Dragon, com ótima dinâmica de jogo; Raiden, com bom design retrô e Aero Fighters com grande opção de aviões e tiros para se escolher.
Ainda posso citar muitos ótimos jogos que curti na ápoca do fliperama, como Cadillacs & Dinasaurs, Mutant Fighter, Tekken 3, 19xx, The king of Fighters 96 e Killer Instinct, mas um jogo em especial merece o selo de garantia Inmetro de jogo mais viciante que conheci: com gráficos toscos, enredo idiota e som irritante, eu vos apresento... Thunder & Lightning!!!
Bem, o flipper morreu, mas todos esses jogos podem ser revistos. Emuladores como o Mame, o Final Burn e o NeoRageX são o que mais próximo se pode conhecer daqueles velhos jogos que representam o retrato de uma época: a mais legal da minha vida!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
TOP 10 carros dos meus sonhos
Sempre fui um aficcionado por carros, embora nunca gostasse de fato de dirigir. Também nunca tive reais ambições de ter um carro caro e sinistro, mas como sonhar não custa nada, nada mais justo que fazer esta lista. Quando eu me refiro a carro dos sonhos, não me limito a sonhar de fato: o carro pode até não existir de verdade. Vamos a eles:
10 - Ferrari F-40

O desenho desse carro mexeu tanto com minha imaginação na adolescência que me deixou obsessivo. todo desenho que eu fazia, tentava colocar aquele detalhe ferrarístico: aquela entrada de ar triangular, ou aquele exagerado aerofólio, ou os faróis... de alguma maneira meus carros inventados tinham que ser uma F-40
09 - Batmóvel do seriado

Tá, o carro era cafona como o seriado, mas ainda assim, tem um charme inviluntário que nem mesmo os filmes mais recentes do Batman puderam reproduzir. Se o Batman de 4 décadas atrás era um canastrão quase engraçado, seu carro é um desejável e inexplicável objeto de desejo
08 - Fusca do Piquet

Não sou aficcionado por fuscas, ainda mais tunados, mas o Nelson Piquet fez algumas modificações que deixaram seu besouro peçonhento como uma víbora. Diz uma lenda urbana que um playboy de BMW emparelhou com Nelsão no sinal e o desafiou para um pega. Perdeu vergonhosamente para o "inofensivo" fusquinha com motor de Porsche...
07 - Supermáquina

Esse é um sonho de menino. Ter Kitt, a supermáquina, só pra mim. O carrão preto tinha a cara dos anos 80. Era tagarela, rápida, cheia de truques e um tanto ingênua. E tinha o detalhe de design mais irado de todos os tempos: Aqueles leds vermelhos que piscavam de forma sequencial no capô do carro!
06 - GM Firebird 1958

Esse carro junta 2 coisas que eu adoro: carros-conceito e velharias. O grande Harley Earl, responsável pelos mais espalhafatosos e vendidos modelos dos anos 50, projetou uma série de carros com motor a jato, que pelo espaço ocupado e os danos à natureza seriam banidos das ruas hoje. Como eu nunca tive a menor simpatia pela causa ecológica, amei este exemplar projetado em 1958
05 - Lotus do Fittipaldi

Foi responsável pelo único momento realmente legal do GP Brasil de Fórmula 1 de 2010. Claro que eu jamais teria como andar com um carro desses na rua e, principalmente, jamais teria peças sobressalentes, mas valeria pelo menos uma voltinha. Note que a despeito da tecnologia ultrapassada, este F1 tem o visual muito mais esportivo e agressivo que os atuais
04 - Mach 5

O desenho do Speed Racer era um pé no saco, mas uma coisa, apenas uma coisa era legal naquela tranqueira: o carro que saltava por sobre os outros, jogava óleo na pista e outros truques sujos que a FIA fazia questão de não ver. Uma pena que Satoru Nakagima não correu em um na época em que disputava a Fórmula 1. Na verdade, ele já era por si só um obstáculo ambulante.
03 - Audi RSQ


Carro com esferas no lugar de rodas da Audi. Atuou no filme Eu Robô. Esse carro tem tudo o que se espera do carro do futuro: piloto automático, GPS anti-engarrafamento e extrema manobrabilidade. O desenho dele lembra o dos Audi de hoje, mas o lance não é o carro em si e sim seus sistemas revolucionários
02 - Stude concept II
Qual o limete para o desejo de algo? Ora, a própria imaginação! Este foi um dos meus últimos desenhos de automóvel, baseado no conceito que eu já havia feito de um studebaker 1957. Qual é sua potência? A que eu quiser! Seu preço? Pra mim: de graça, pros outros: caríssimo! O Stude é literalmente um carro imaginado por mim para mim, mas isso não foi o suficiente para que ele fosse o primeiro deste ranking...
01 - DeLorean de "De Volta Para o Futuro"

Incontestável! O carro em aço escovado - ele não tinha pintura - podia voar e viajar no tempo! E ainda por cima poderia ser abastecido com lixo comum, graças a uma pequena adaptação. Deixava um indefectível rastro de fogo em suas viagens temporais. Muitas obras foram escritas sobre viagens no tempo, mas a trilogia de filmes nos apresentou à fantástica associação da máquina do tempo com o automóvel. E pensar que uma das idéias originais dos filmes era de a máquina ser uma geladeira...
10 - Ferrari F-40

O desenho desse carro mexeu tanto com minha imaginação na adolescência que me deixou obsessivo. todo desenho que eu fazia, tentava colocar aquele detalhe ferrarístico: aquela entrada de ar triangular, ou aquele exagerado aerofólio, ou os faróis... de alguma maneira meus carros inventados tinham que ser uma F-40
09 - Batmóvel do seriado

Tá, o carro era cafona como o seriado, mas ainda assim, tem um charme inviluntário que nem mesmo os filmes mais recentes do Batman puderam reproduzir. Se o Batman de 4 décadas atrás era um canastrão quase engraçado, seu carro é um desejável e inexplicável objeto de desejo
08 - Fusca do Piquet

Não sou aficcionado por fuscas, ainda mais tunados, mas o Nelson Piquet fez algumas modificações que deixaram seu besouro peçonhento como uma víbora. Diz uma lenda urbana que um playboy de BMW emparelhou com Nelsão no sinal e o desafiou para um pega. Perdeu vergonhosamente para o "inofensivo" fusquinha com motor de Porsche...
07 - Supermáquina

Esse é um sonho de menino. Ter Kitt, a supermáquina, só pra mim. O carrão preto tinha a cara dos anos 80. Era tagarela, rápida, cheia de truques e um tanto ingênua. E tinha o detalhe de design mais irado de todos os tempos: Aqueles leds vermelhos que piscavam de forma sequencial no capô do carro!
06 - GM Firebird 1958

Esse carro junta 2 coisas que eu adoro: carros-conceito e velharias. O grande Harley Earl, responsável pelos mais espalhafatosos e vendidos modelos dos anos 50, projetou uma série de carros com motor a jato, que pelo espaço ocupado e os danos à natureza seriam banidos das ruas hoje. Como eu nunca tive a menor simpatia pela causa ecológica, amei este exemplar projetado em 1958
05 - Lotus do Fittipaldi

Foi responsável pelo único momento realmente legal do GP Brasil de Fórmula 1 de 2010. Claro que eu jamais teria como andar com um carro desses na rua e, principalmente, jamais teria peças sobressalentes, mas valeria pelo menos uma voltinha. Note que a despeito da tecnologia ultrapassada, este F1 tem o visual muito mais esportivo e agressivo que os atuais
04 - Mach 5

O desenho do Speed Racer era um pé no saco, mas uma coisa, apenas uma coisa era legal naquela tranqueira: o carro que saltava por sobre os outros, jogava óleo na pista e outros truques sujos que a FIA fazia questão de não ver. Uma pena que Satoru Nakagima não correu em um na época em que disputava a Fórmula 1. Na verdade, ele já era por si só um obstáculo ambulante.
03 - Audi RSQ


Carro com esferas no lugar de rodas da Audi. Atuou no filme Eu Robô. Esse carro tem tudo o que se espera do carro do futuro: piloto automático, GPS anti-engarrafamento e extrema manobrabilidade. O desenho dele lembra o dos Audi de hoje, mas o lance não é o carro em si e sim seus sistemas revolucionários
02 - Stude concept II
Qual o limete para o desejo de algo? Ora, a própria imaginação! Este foi um dos meus últimos desenhos de automóvel, baseado no conceito que eu já havia feito de um studebaker 1957. Qual é sua potência? A que eu quiser! Seu preço? Pra mim: de graça, pros outros: caríssimo! O Stude é literalmente um carro imaginado por mim para mim, mas isso não foi o suficiente para que ele fosse o primeiro deste ranking...01 - DeLorean de "De Volta Para o Futuro"

Incontestável! O carro em aço escovado - ele não tinha pintura - podia voar e viajar no tempo! E ainda por cima poderia ser abastecido com lixo comum, graças a uma pequena adaptação. Deixava um indefectível rastro de fogo em suas viagens temporais. Muitas obras foram escritas sobre viagens no tempo, mas a trilogia de filmes nos apresentou à fantástica associação da máquina do tempo com o automóvel. E pensar que uma das idéias originais dos filmes era de a máquina ser uma geladeira...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Game Review - Streets of Rage 3
Um de meus jogos favoritos de Mega Drive. Ainda me lembro do dinheirinho contado para comprar um cartucho de procedência duvidosa de Streets of Rage 3. Qual não foi a minha decepção ao ver que o título era em japonês. Ô raiva! Ô idioma escroto! Só me restava assistir às cenas de transição - sem legendas - para tentar entender o que se passava...
Na verdade, em jogos beat'em up o enredo não variava muito: mocinha sequestrada por gangue faz namorado e amigos sairem no tapa com desconhecidos na rua, até enfrentarem um sub-boss que talvez dê alguma dica sobre o paradeiro. Mais impressionante é a covardia inversa desse tipo de jogo: com um soco pode-se acertar 3 ou 4 pessoas ao mesmo tempo, seu jogador domina os melhores e mais pintudos movimentos enquanto os adversários mal reagem com poucos e indispostos golpes.
No caso de Streets of Rage 3, melhor e mais completo jogo da sega, digo, da saga, o comissário de polícia foi sequestrado pelo supervilão que atende pelo originalíssimo nome de Mr. X. Axel, Blaze, Sammy e Zan enfrentam várias missões para resgar o chefinho. O jogo se desenrola de tal forma que conforme você as cumpre - ou não cumpre -, o final muda. Há assim um final feliz e dois tristes.
A versão japonesa traz um subchefe afeminado que você pode assumir (ui!) o controle assim que derrotá-lo. Os americanos, preocupados com a moral de suas gordurosas e açucaradas famílias, trataram de censurar tal criatura virtual. Sabe como é... sair na porrada no meio da rua pode, mas mostrar um baitola num jogo de videogame, jamais!!!
Outro detalhe bem legal e até hoje não copiado em jogos do estilo é a aquisição de novos golpes por experiência e acumulo de pontos. A cada 30 mil pontos sem perda de vida, uma estrela é acrescentada ao lutador, fazendo com que seu golpe especial aumente em poder e alcance. A cada vida perdida, uma estrela é subtraída. Não é fácil manter suas estrelas, mas seu tempo de permanência com elas facilitará muito sua vida no jogo.
O chefe final é um robô que costuma aceitar bem golpes voadores, mas que exige uma derrota em um tempo determinado. Só cumprindo essa missão final o fará assistir ao super bem desenhado final deste clássico do Mega Drive!
Minha nota:
Gráficos (x2)
8,0
Som
8,5
Jogabilidade (x4)
9,5
Nota final
8,93/10
Na verdade, em jogos beat'em up o enredo não variava muito: mocinha sequestrada por gangue faz namorado e amigos sairem no tapa com desconhecidos na rua, até enfrentarem um sub-boss que talvez dê alguma dica sobre o paradeiro. Mais impressionante é a covardia inversa desse tipo de jogo: com um soco pode-se acertar 3 ou 4 pessoas ao mesmo tempo, seu jogador domina os melhores e mais pintudos movimentos enquanto os adversários mal reagem com poucos e indispostos golpes.
No caso de Streets of Rage 3, melhor e mais completo jogo da sega, digo, da saga, o comissário de polícia foi sequestrado pelo supervilão que atende pelo originalíssimo nome de Mr. X. Axel, Blaze, Sammy e Zan enfrentam várias missões para resgar o chefinho. O jogo se desenrola de tal forma que conforme você as cumpre - ou não cumpre -, o final muda. Há assim um final feliz e dois tristes.
A versão japonesa traz um subchefe afeminado que você pode assumir (ui!) o controle assim que derrotá-lo. Os americanos, preocupados com a moral de suas gordurosas e açucaradas famílias, trataram de censurar tal criatura virtual. Sabe como é... sair na porrada no meio da rua pode, mas mostrar um baitola num jogo de videogame, jamais!!!
Outro detalhe bem legal e até hoje não copiado em jogos do estilo é a aquisição de novos golpes por experiência e acumulo de pontos. A cada 30 mil pontos sem perda de vida, uma estrela é acrescentada ao lutador, fazendo com que seu golpe especial aumente em poder e alcance. A cada vida perdida, uma estrela é subtraída. Não é fácil manter suas estrelas, mas seu tempo de permanência com elas facilitará muito sua vida no jogo.
O chefe final é um robô que costuma aceitar bem golpes voadores, mas que exige uma derrota em um tempo determinado. Só cumprindo essa missão final o fará assistir ao super bem desenhado final deste clássico do Mega Drive!
Minha nota:
Gráficos (x2)
8,0
Som
8,5
Jogabilidade (x4)
9,5
Nota final
8,93/10
sábado, 30 de outubro de 2010
Review impopular de "Senhor dos Anéis"
"Toda unanimidade é burra", já diria Nelson Rodrigues e felizmente eu não faço coro com a quase unanimidade de adoradores da saga "O Senhor dos Anéis". Lembro de todo o Hype em torno do malfadado filme e das multidões de nerds entoando em coro "ooooh, até que enfim!!!" e endeusando o então desconhecido para mim J. K. Rowling... ops, desculpe, J.R.R. Tolkien. Mas a verdade é que uma expectativa aumentada só infla uma possível decepção.
Não foi por má vontade, juro! Cheguei a pegar emprestado o livro com a saga completa e com muito sacrifício cheguei à página 200. Ocorre o seguinte: Nas 50 primeiras páginas há uma descrição do cenário e dos personagens, além, é claro, da apresentação do enredo. Ponto pro Tolkien, que demonstrou grande imaginação até então. A partir daí, os personagens começam a caminhar e cantar, até encontrarem algum personagem secundário para depois caminhar e cantar. Depois eles resolvem caminhar e cantar mais um pouco e só param de fazer isso para caminhar e cantar e... pronto! Cansei de ser enrolado, fechei o livro e desisti. Meu pai foi ainda mais valente e avançou até a página 300. Adivinha o que os personagens estavam fazendo?
Resisti bravamente às idas ao cinema - até porque filmes de 3 horas não são as melhores pedidas pra se assistir paradão na cadeira azul do Iguatemi - mas assim que lançaram os DVDs da trilogia, tomei coragem e aluguei. Sim, todos os 3 de uma só vez! Os filmes se mostraram bem melhores que o livro. Pelo menos era mais dinâmicos e ninguém cantava - só andava! Ironicamente, o caríssimo tempo de filmagem que decepa ótimos livros salvou os filmes da monotonia.
Agora, sinceramente, são bons filmes? Curto e grosso: sim! Mas não pelos motivos alegados pelos apaixonados que os julgam. O ambiente retratado era absolutamente original e revolucionário, mas o enredo era já comum para nossos padrões, além de conter chavões inacreditavelmente batidos. Duelos de capa e espada? Pegue qualquer versão de Robin Hood, Zorro ou mesmo Star Wars e verá melhores exemplos! Cena de guerra com duas massas de soldados correndo em direção contrária? Fizeram melhor em Coração Valente, Tróia e até em Matrix. A tentação pelo poder supremo? Hmmm, que tal Shakespeare, alguns séculos mais velho? O que faz a saga do anel uma boa filmografia é a junção desses elementos batidos com a originalidade do imaginário do autor e uma equipe competente em atuação e efeitos especiais, além, claro, de um oramento quase ilimitado. Só isso! Ou melhor... tudo isso!
E pra terminar: aquele Frodo era um tremendo viadinho, hein?
Nota do IMDB: 8,8/10 (média)
Minha nota: 7,8/10
Filmes longos e de trama complexa, perfeitos para dias chuvosos
Não foi por má vontade, juro! Cheguei a pegar emprestado o livro com a saga completa e com muito sacrifício cheguei à página 200. Ocorre o seguinte: Nas 50 primeiras páginas há uma descrição do cenário e dos personagens, além, é claro, da apresentação do enredo. Ponto pro Tolkien, que demonstrou grande imaginação até então. A partir daí, os personagens começam a caminhar e cantar, até encontrarem algum personagem secundário para depois caminhar e cantar. Depois eles resolvem caminhar e cantar mais um pouco e só param de fazer isso para caminhar e cantar e... pronto! Cansei de ser enrolado, fechei o livro e desisti. Meu pai foi ainda mais valente e avançou até a página 300. Adivinha o que os personagens estavam fazendo?
Resisti bravamente às idas ao cinema - até porque filmes de 3 horas não são as melhores pedidas pra se assistir paradão na cadeira azul do Iguatemi - mas assim que lançaram os DVDs da trilogia, tomei coragem e aluguei. Sim, todos os 3 de uma só vez! Os filmes se mostraram bem melhores que o livro. Pelo menos era mais dinâmicos e ninguém cantava - só andava! Ironicamente, o caríssimo tempo de filmagem que decepa ótimos livros salvou os filmes da monotonia.
Agora, sinceramente, são bons filmes? Curto e grosso: sim! Mas não pelos motivos alegados pelos apaixonados que os julgam. O ambiente retratado era absolutamente original e revolucionário, mas o enredo era já comum para nossos padrões, além de conter chavões inacreditavelmente batidos. Duelos de capa e espada? Pegue qualquer versão de Robin Hood, Zorro ou mesmo Star Wars e verá melhores exemplos! Cena de guerra com duas massas de soldados correndo em direção contrária? Fizeram melhor em Coração Valente, Tróia e até em Matrix. A tentação pelo poder supremo? Hmmm, que tal Shakespeare, alguns séculos mais velho? O que faz a saga do anel uma boa filmografia é a junção desses elementos batidos com a originalidade do imaginário do autor e uma equipe competente em atuação e efeitos especiais, além, claro, de um oramento quase ilimitado. Só isso! Ou melhor... tudo isso!
E pra terminar: aquele Frodo era um tremendo viadinho, hein?
Nota do IMDB: 8,8/10 (média)
Minha nota: 7,8/10
Filmes longos e de trama complexa, perfeitos para dias chuvosos
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Post Inaugural
Mas que diabo de nome é esse?
Bem, pra começar, já pensaram em todos os nomes possíveis para blogs. Como eu queria falar na maioria das vezes de amenidades, idiotices (ou não) do dia-a-dia, pensei em simplismente "supérfluo", mas já havia nome registrado. Então aumentei a aposta para "supersupérfluo". Não deu, então parti pro falso superlativo: "ultrapérfluo". O Blogger aceitou e aqui estou!
A partir de hoje, abastecerei a internet com conteúdo inútil e irrelevante, como críticas a séries, filmes e jogos. Eventualmente falarei de coisas sérias como o mercado de trabalho ou aquela viagem de ônibus em que eu vi algo sinistro, mas sem o compromisso de seriedade que normalmente é exigido na mídia formal
Caso você queira saber sobre meu trabalho enquanto designer sério e respeitável, recomendo meu outro blog: http://gustavomoore.blogspot.com
E um efusivo abraço!
Bem, pra começar, já pensaram em todos os nomes possíveis para blogs. Como eu queria falar na maioria das vezes de amenidades, idiotices (ou não) do dia-a-dia, pensei em simplismente "supérfluo", mas já havia nome registrado. Então aumentei a aposta para "supersupérfluo". Não deu, então parti pro falso superlativo: "ultrapérfluo". O Blogger aceitou e aqui estou!
A partir de hoje, abastecerei a internet com conteúdo inútil e irrelevante, como críticas a séries, filmes e jogos. Eventualmente falarei de coisas sérias como o mercado de trabalho ou aquela viagem de ônibus em que eu vi algo sinistro, mas sem o compromisso de seriedade que normalmente é exigido na mídia formal
Caso você queira saber sobre meu trabalho enquanto designer sério e respeitável, recomendo meu outro blog: http://gustavomoore.blogspot.com
E um efusivo abraço!
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